Médico declara morte, mas homem volta a vida após oração

Médico a diz que foi uma dádiva de Deus e que existem coisas que a medicina não explica.

14-07-2017 | Atualizada em 14/07/2017 08:55

Gari Ronaldo Martins Souza.

Gari Ronaldo Martins Souza, 63 anos.

O gari Ronaldo Martins de Souza, de 63 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória e foi declarado morto por médicos do Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Galileia, na cidade de Manaus, no Amazonas.

Segundo o médico Rodrigo Custódio, que atendeu o gari, a situação tornou-se delicada porque o coração havia parado e não havia sinais vitais.

“Chegou com o coração parado, sem sinais vitais e pupilas dilatadas. Nós imediatamente demos início à massagem de ressuscitação cardiopulmonar (RCP)”, disse.


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Ao jornal A Crítica o médico explica que o quadro clínico evoluiu das paradas cardíacas e foi necessário utilizar aparelhos de reanimação. Durante uma hora Ronaldo oscilou entre a vida e a morte.

“O quadro clínico evoluiu para das paradas (cardíaca) e começamos a utilizar o desfibrilador. Foi aproximadamente uma hora de reanimação com ele oscilando entre tendo pulso e não tendo”, contou.

Após as tentativas de reanimar o paciente, a dilatação da pupila teria sido total, o que segundo o médico indica morte cerebral. “Avisamos a família que ele tinha entrado em óbito. Foi um desespero!”, disse.

Segundo o médico, a família entrou na sala de emergência assim que foi dada a notícia e começaram a orar pelo gari. Quando Ronaldo estava sendo preparado para deixar os aparelhos o médico percebeu que o pulso havia voltado.

“A família entrou na sala de emergência e orou. Depois que saíram, na preparação para retirar os tubos, uma coisa que na medicina a gente não explica, observei nele a presença de pulso”, contou o médico.

Como os sinais haviam voltado, eles reiniciaram o processo de reanimação e, de acordo com o médico, o paciente recuperou os parâmetros vitais 20 minutos após a oração da família. Após o ocorrido o paciente foi transferido para o Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio.

José Neto, genro do paciente, afirma que já estavam organizando o velório, quando receberam a notícia de que o pulso de Ronaldo havia voltado.

“Quando recebemos a notícia que ele voltou a ter pulso, mais ou menos meia hora depois, foi um choque. Um colega de trabalho dele chegou a desmaiar e as filhas deles começaram a chorar. Um desespero total e muita alegria”, contou o genro.

O Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio diagnosticou o gari com edema cerebral, segundo a família ele terá de ficar cinco dias entubado, mas  o quadro clínico é estável, segundo José Neto.

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