“O derramamento de sangue dos cristãos deve acabar”, avisa Trump

Declaração do presidente americano sobre perseguição aos cristãos foi dada na cúpula G7, após assinarem acordo de luta contra o terrorismo.

31-05-2017 | Atualizada em 31/05/2017 09:21

Donald Trump durante discurso.

O presidente americano Donald Trump fez uma declaração contundente sobre a perseguição que cristãos tem sofrido. Trump avisou que “o derramamento de sangue dos cristãos deve acabar”.

A declaração foi dada durante reunião dos líderes do G7, grupo internacional composto por: Estados Unidos, Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão e Reino Unido.

Na ocasião, o Grupo dos Sete assinou uma declaração de luta contra o terrorismo, se comprometendo a manter a cooperação mútua.

Trump aproveitou a ocasião para lembrar os líderes do G7 que existe uma perseguição contra os cristãos e usou como exemplo o ataque contra cristãos coptas ocorrido no Egito.

Este abate implacável dos cristãos no Egito causou lágrimas em nossos corações e afligiu nossas almas”, disse o presidente americano. “Onde o sangue inocente é derramado, uma ferida é infligida à humanidade. Mas este ataque também pode unir as nações com o propósito de esmagar as organizações terroristas”, continuou.

Com a assinatura da declaração “contra o terrorismo e o extremismo violento”, os líderes do G7 se comprometeram a aumentar suas atividades para combater o terror, confrontar a propaganda terrorista e o recrutamento através da internet.

“O derramamento de sangue dos cristãos deve acabar e todos os que ajudam esses assassinos devem ser punidos”, enfatizou o presidente americano, alertando sobre a ameaça que o terror traz a civilização.

A recente onda de ataques contra cristãos coptas do Egito tem preocupado os líderes das principais potencias mundiais. O último atentado, reivindicado pelo grupo radical Estado Islâmico, deixou ao menos 46 mortos em igrejas de Tanta e Alexandria.

O ataque no Egito ocorreu em meio as comemorações de Páscoa, meses após um atentado suicida matar 29 pessoas em uma igreja no Cairo, em dezembro do ano passado.

Além disso, uma campanha coordenada promovida por jihadistas contra cristãos no Sinai, levou muitos a abandonar suas casas. No Egito os cristãos representam cerca de 10% da população. Com informações Daily Mail.

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